Com uma dotação global de 182,5 milhões de euros, este concurso (ver concurso) pretende estimular a modernização do tecido empresarial português, promovendo a produção de bens e serviços transacionáveis e internacionalizáveis, com elevado valor acrescentado e forte incorporação nacional.
O apoio visa reforçar a competitividade das PME através da criação de novos estabelecimentos, aumento da capacidade produtiva, diversificação da produção e transformação dos processos produtivos. O objetivo passa por incentivar investimentos assentes na inovação, na digitalização, na sustentabilidade e na valorização do conhecimento, contribuindo para o crescimento económico, o aumento das exportações e a criação de emprego qualificado. O aviso atribui ainda especial relevância aos projetos que reforcem a orientação exportadora das empresas e a sua integração em cadeias de valor de maior valor acrescentado.
Micro, Pequenas e Médias empresas
Indústria (Divisões 05 a 33 da CAE Rev. 4) e algumas atividades do setor Turismo (sob consulta)
Regiões NUTS II do Continente: Norte; Centro; Lisboa; Alentejo e Algarve.
Até 30 de setembro de 2026
O apoio é atribuído sob a forma de incentivo não reembolsável, sendo calculado através de uma taxa base que pode ser reforçada por várias majorações.
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Localização do projeto |
Micro e Pequenas Empresas |
Médias Empresas |
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Territórios de Baixa Densidade |
Até 30% |
Até 25% |
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Outros Territórios |
Até 30% |
Até 25% |
No caso das operações localizadas nas sub-regiões NUTS III Alto Alentejo, Beiras e Serra da Estrela, as taxas base são de 35% para médias empresas e 45% para micro e pequenas empresas.
Majorações:
Custos Elegíveis
As operações devem apresentar uma despesa elegível mínima de 300 mil euros e uma despesa elegível total inferior a 25 milhões de euros.