Como os gestores de topo chegaram aos lugares atuais?
Como os gestores de topo chegaram aos lugares atuais
14/11/2018
Como os gestores de topo chegaram aos lugares atuais?

Na Crowe valorizamos a gestão de pessoas para que consigamos uma maior competitividade nos mercados onde atuamos e a maior longevidade possível na relação com todos os nossos players.

Sendo assim, quais serão as skills que os nossos gestores de topo terão desenvolvido até alcançar a sua posição atual?

Esta não é uma questão fácil mediante as adversidades do quotidiano de cada indivíduo e da diversidade de percursos profissionais, geografias, indústrias, et cetera. Embora possamos apontar algumas das suas competências mais óbvias, identificar aquelas que serão úteis no futuro é altamente especulativo.

Uma constatação surpreendente salta à vista: quando os nossos gestores de topo alcançam as suas atuais posições, as expertises técnica e funcional tornam-se menos importantes quando comparadas com as competências de liderança e gestão de equipas, bem como a apetência para a relação interpessoal com os stakeholders e capacidade de compreensão de um negócio.

Diferentes pessoas têm diferentes skills: Consultores de Business Advisory precisam de saber como criar modelos de negócios; já os profissionais de Corporate Finance têm de saber como desenvolver estratégias de otimização e obtenção de recursos financeiros.

Embora em diferentes áreas, e com aptidões técnicas e pessoais diferentes, os nossos gestores possuem algumas soft skills em comum, tais como:

Comunicação:

Fundamental. Todos os nossos gestores têm uma elevada capacidade de comunicação com o público interno (colaboradores) e também com o público externo (clientes, fornecedores, parceiros, entre outros).

Capacidade de decisão:

Possuem uma grande capacidade de análise das diversas opções que lhes permite tomadas de decisão mais pragmáticas e de forma célere.

Delegar tarefas e responsabilidade:

Saber delegar tarefas é uma das principais e mais difíceis competências de todos os gestores, sendo, contudo, de extrema importância. A delegação de tarefas permite que os nossos colaboradores melhorem as suas competências e índices de motivação, evoluindo assim como profissionais de excelência, enquanto os nossos gestores se centram nos objetivos e estratégias principais da empresa.

Feedback:

Através do feedback dado aos recursos humanos, os gestores informam os colaboradores da sua perceção sobre o trabalho executado, indicando com clareza o que é esperado nas diversas tarefas. Desta forma, são capazes de controlar a performance da equipa, para além de poderem corrigir eventuais desvios de rendimento e produtividade. Os nossos gestores demonstram ainda apreço pelo bom trabalho, empenho e talento das pessoas que gerem.

Desenvolver pessoas:

Desta forma, os nossos gestores estimulam a nossa equipa a encontrar soluções, maximizar a performance da empresa, aumentar a competitividade e gerar elevados graus de satisfação dos clientes.

Para finalizar, ser um gestor de topo é, em linhas gerais, alcançar resultados de forma constante, antecipar e compreender as necessidades dos clientes, superar expetativas, encontrar soluções e oportunidades para o negócio através da gestão e capacitação de equipas motivadas e talentosas.